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	<title>RED POR TI AMERICA &#187; por los cinco</title>
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		<title>ROMPIENDO MUROS programa radial de apoyo a los cinco heroes cubanos cumple 03 años !</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Nov 2011 02:36:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rptabr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
MARTA SPERONI, UNA INDISPENSABLE  LUCHADORA  POR LA LIBERACION DE LOS CINCO HERMANOS CUBANOS ENCARCERADOS EN EEUU.
HOY , EL PROGRAMA RADIAL &#8220;ROMPIENDO MUROS &#8221; CUMPLE 03 AÑOS  ININTERRUPTOS DE APOYO SOLIDARIO Y INCANSABLE A ESOS COMPAÑEROS  PRISIONEROS DEL PEOR IMPERIO QUE EXISTIÓ EN LA HISTORIA DE LA HUMANIDAD.
MARTA,  AL FRENTE DEL [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h6><a href="http://www.redportiamerica.com/site/wp-content/uploads/Rompiendo-Muros-solo2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-5142" title="Rompiendo Muros solo" src="http://www.redportiamerica.com/site/wp-content/uploads/Rompiendo-Muros-solo2.jpg" alt="" width="400" height="284" /></a></h6>
<p>MARTA SPERONI, UNA INDISPENSABLE  LUCHADORA  POR LA LIBERACION DE LOS CINCO HERMANOS CUBANOS ENCARCERADOS EN EEUU.<br />
HOY , EL PROGRAMA RADIAL &#8220;ROMPIENDO MUROS &#8221; CUMPLE 03 AÑOS  ININTERRUPTOS DE APOYO SOLIDARIO Y INCANSABLE A ESOS COMPAÑEROS  PRISIONEROS DEL PEOR IMPERIO QUE EXISTIÓ EN LA HISTORIA DE LA HUMANIDAD.<br />
MARTA,  AL FRENTE DEL PROGRAMA, LLEVA SOLIDARIDAD Y FUERZAS   A ESTOS LUCHADORES SOCIALES.<br />
GRACIAS HERMANA !<br />
COMPARTIMOS LA FELICIDAD DE ESTA FECHA !<br />
DESDE BRASIL TE FELICITAMOS !!<br />
en nombre del colectivo de la RED POR TI AMERICA .</p>
<p>___________________________________</p>
<p>___________________________________________________________________________</p>
<p><strong>&#8220;ROMPIENDO MUROS&#8221;</strong></p>
<p><strong> </strong> <strong> </strong><strong>la columna radial del Comité Internacional por la Libertad de los Cinco,</strong> <span style="text-decoration: underline;"> </span><strong>todos los jueves, </strong><strong>desde hace</strong> <strong>HOY TRES AÑOS ININTERRUMPIDOS,</strong><strong> </strong><strong>sale al aire con</strong> <strong> música, poemas, entrevistas y opiniones, como un  llamado a redoblar esfuerzos y sumar voluntades, en Argentina y en el  mundo, en la batalla por la libertad de los Cinco presos políticos  cubanos que llevan 13 años en cárceles de EE.UU. </strong><strong>Desde  esta columna radial, queremos aportar para romper los muros de silencio  que se han levantado intentando ocultar al mundo esta tremenda  injusticia.</strong><br />
<strong>Este jueves 10</strong><br />
<strong>ENTREVISTA A ALICIA JRAPKO (SEGUNDA PARTE) </strong><strong>Coordinadora del Comité Internacional por la Libertad de los Cinco en EEUU, </strong><strong>quien acompañó a LA COLMENITA en su gira por el Imperio.</strong></p>
<p>http://rompiendomurosxlos5.blogspot.com/</p>
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		<title>CELEBRIDADES DOS ESTADOS UNIDOS PEDEM A OBAMA O IMEDIATO REGRESSO DE RENÉ GONZÁLEZ A CUBA</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Oct 2011 19:35:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rptabr</dc:creator>
				<category><![CDATA[por los cinco]]></category>

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Edward  Asner, Jackson Browne, James Cromwell, Mike Farrell, Danny Glover,  Susan Sarandon, Peter Coyote, Bonnie Raitt, Elliott Gould e Outros  Enviam Carta ao Presidente Obama pelo Regresso Imediato a Cuba de René  González, um dos 5 Cubanos 
(Oakland, CA-11 de Outurbo,  2011) Vários atores e artistas estadunidenses enviaram hoje uma carta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="100%" align="left" valign="top" bgcolor="#e2e1e1">
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="5" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td align="left" valign="top"><strong>Edward  Asner, Jackson Browne, James Cromwell, Mike Farrell, Danny Glover,  Susan Sarandon, Peter Coyote, Bonnie Raitt, Elliott Gould e Outros  Enviam Carta ao Presidente Obama pelo Regresso Imediato a Cuba de René  González, um dos 5 Cubanos </strong></p>
<p>(Oakland, CA-11 de Outurbo,  2011) Vários atores e artistas estadunidenses enviaram hoje uma carta ao  presidente Obama pedindo-lhe que permita a René González seu imediato  regresso a Cuba para reunir-se com sua esposa e o restante da família. A  carta é parte da campanha <em>Atores e Artistas Unidos pela Libertação dos 5 Cubanos</em>.</p>
<p>René González foi preso em  1998 e sentenciado a 15 anos sob acusação de conspiração por não se ter  registrado como agente estrangeiro. Em 7 de outubro González foi posto  em liberdade depois de cumprir sua sentença, porém uma juíza do distrito  sul da Flórida negou a González o regresso a sua pátria. &#8220;Não somente a  ordem para que cumpra 3 anos adicionais sob liberdade supervisionada  nos Estados Unidos é extraordinariamente punitiva, como também constitui  um insulto gratuito que agrava ainda mais as já deterioradas relações  entre os Estados Unidos e Cuba. A decisão acrescenta uma dor maior à  família desse homem pois teria de prolongar a separação por 3 anos  mais&#8221;, diz a carta.</p>
<p>Durante os 13 anos que René  González permaneceu em uma prisão federal, o governo dos Estados Unidos  negou a sua esposa Olga Salanueva visto de entrada para visitá-lo. A  carta ao presidente Obama adverte que se González permanece nos Estados  Unidos sua vida corre perigo da parte de organizações violentas que  defendem o derrocamento do governo cubano. Os atores e artistas  perguntam ao presidente Obama: &#8220;cómo se garantirá a integridade física  do Sr. González em meio de um ambiente que gera insegurança?&#8221;</p>
<p>O presidente Obama  recentemente declarou que está aberto a novas relações com Cuba. &#8220;Pois  tem a oportunidade para isso se permitir ao Sr. González reunir-se com  sua esposa, filhas e pais em Cuba. Se o fizer, seria o tipo de gesto  humano que poderia preparar o cenário para abrir caminho a essa nova  relação.&#8221; dizem os signatários da carta.</p>
<p>Ao escutar a notícia o ator Mike Farrell reagiu dizendo, <em>&#8220;Rezo  para que o presidente Obama entenda a injustiça cometida contra René  González e outros 4 dos 5 Cubanos em nome de  jogadas políticas. Não  existe beneficio para os Estados Unidos na contínua perseguição a esses  homens, só existe prejuízo. O Sr.González já cumpriu sua injusta  sentença e agora deveria lhe ser permitido reunir-se com sua família em  lugar de ser objeto de uma contínua perseguição, assédio e sério perigo  ao ser forçado a permanecer, durante seu período de liberdade  supervisionada, entre aqueles que desejam fazer-lhe dano. Se a  retribuição política é permitir perverter o sistema de justiça, que  esperanças há para nossa sociedade? </em></p>
<p><em> </em></p>
<p>Os atores e artistas  estadunidenses que assinaram a missiva são:Edward Asner, Jackson Browne,  Peter Coyote, James Cromwell, Hector Elizondo, Mike Farrell, Richard  Foos, Max Gail, Danny Glover, Elliott Gould, Si Kahn, Greg  Landau, Francisco Letelier, Esai Morales, Michael O&#8217;Keefe, Bonnie Raitt,  Susan Sarandon, Pete Seeger, Betty e Stanley K. Sheinbaum, Andy Spahn e  Haskell Wexler.</p>
<p>Criado em setembro de 2010,  no 12º aniversário da prisão de Gerardo Hernández, Antonio Guerrero,  Fernando González, René González e Ramón Labañino, Atores e Artistas  Unidos pela Liberdade dos 5 Cubanos enviou uma carta ao presidente Obama  pedindo-lhe a libertação deles. Em abril de 2011, enviaram outra ao  presidente James Carter agradecendo-lhe que em sua visita à Ilha fez um  apelo para melhorar as relações com  e pediu a libertação dos 5 Cubanos.</p>
<p>Esta campanha, dirigida  pelos atores e ativistas Danny Glover e Ed Asner, é parte dos múltiplos  projetos do Comitê Internacional pela Libertação dos 5 Cubanos, que  defende a libertação e o regresso deles a sua pátria, onde são  reconhecidos como herois por prevenir atos de terrorismo contra Cuba.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="100%" align="left" bgcolor="#e2e1e1"></td>
</tr>
<tr>
<td width="100%" height="30" align="left" bgcolor="#996600">
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="5" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td align="center"><strong><strong>Comitê Internacional pela Libertação dos 5 Cubanos</strong></strong></p>
<p><strong><strong>Para informação atualizada visite: </strong></strong></p>
<p><strong><a href="http://r20.rs6.net/tn.jsp?llr=yre9a4cab&amp;et=1108051197976&amp;s=1168&amp;e=001RKnL7-uD6NNdQ_w-nPLLZOnUVNX_LhjEAEpucYe_ZraM5PvjdFgIcP5VPx099ZIEcdsel0SurSd_xRRx0tmN5IGIpnJQ-8YpEN3mi0o_Wbjhp1RRLEtjMQ==" target="_blank">www.thecuban5.org</a></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Rompiendo Muros por los Cinco: Marta Speroni entrevista a Vania Ramirez de Suécia</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Oct 2011 21:40:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redportiamerica Brasil eje sur</dc:creator>
				<category><![CDATA[por los cinco]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Marta Speroni]]></category>
		<category><![CDATA[Programa Rompendo Muro]]></category>
		<category><![CDATA[Vania Ramirez]]></category>

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		<description><![CDATA[
ROMPIENDO MUROS,
Marta Speroni conduce el programa radial del Comite Internacional Por La Libertad de los Cinco, todos los jueves desde Buenos Aires en Argentina.
LINK DE RM ENTREVISTA A VANIA RAMÍREZ, COORDINADORA NACIONAL DEL COMITÉ SUECO POR LA LIBERTAD DE LOS CINCO
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.redportiamerica.com/site/wp-content/uploads/Rompiendo-Muros-solo1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4720" title="Rompiendo Muros solo" src="http://www.redportiamerica.com/site/wp-content/uploads/Rompiendo-Muros-solo1-300x213.jpg" alt="" width="300" height="213" /></a></p>
<p>ROMPIENDO MUROS,</p>
<p>Marta Speroni conduce el programa radial del Comite Internacional Por La Libertad de los Cinco, todos los jueves desde Buenos Aires en Argentina.</p>
<p><a href="http://www.4shared.com/audio/X_Qqy4o6/rm_110929.html">LINK DE RM ENTREVISTA A VANIA RAMÍREZ, COORDINADORA NACIONAL DEL COMITÉ SUECO POR LA LIBERTAD DE LOS CINCO</a></p>
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		<title>Otra carta para Obama: ¿tendrá esta vez valor de responderla?</title>
		<link>http://www.redportiamerica.com/site/index.php/otra-carta-para-obama-%c2%bftendra-esta-vez-valor-de-responderla/</link>
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		<pubDate>Sun, 02 Oct 2011 19:15:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rptabr</dc:creator>
				<category><![CDATA[por los cinco]]></category>

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		<description><![CDATA[
octubre 1ro, 2011.
The White House
1600 Pennsylvania Avenue N.W.
Washington DC 20500
Señor Presidente,
Para  conmemorar el décimo aniversario de los atroces ataques del 11 de  septiembre de 2001, su país acaba de hacer un emotivo homenaje a las  víctimas. A las 3.034 personas que murieron ese día, se añadieron los  numerosos socorristas intoxicados durante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.redportiamerica.com/site/wp-content/uploads/obama-y-los-cinco-la-pollila-cubana.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4714" title="obama y los cinco la pollila cubana" src="http://www.redportiamerica.com/site/wp-content/uploads/obama-y-los-cinco-la-pollila-cubana-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p>octubre 1ro, 2011.<br />
The White House<br />
1600 Pennsylvania Avenue N.W.<br />
Washington DC 20500</p>
<p>Señor Presidente,</p>
<p>Para  conmemorar el décimo aniversario de los atroces ataques del 11 de  septiembre de 2001, su país acaba de hacer un emotivo homenaje a las  víctimas. A las 3.034 personas que murieron ese día, se añadieron los  numerosos socorristas intoxicados durante las operaciones de rescate.</p>
<p>Casi  simultáneamente, en el decimotercer aniversario de la detención de los  cinco cubanos Gerardo Hernández, Antonio Guerrero, Fernando González,  Ramón Labañino y René González, Cuba rindió un homenaje a las víctimas  de los ataques organizados por su país en contra de esta pequeña isla.</p>
<p>Si todo el  mundo sabe y deplora la monstruosidad de los atentados del 11 de  septiembre de 2001, ¿cuántos de sus compatriotas, Señor Presidente,  saben que los ataques terroristas contra Cuba  han costado la vida a  3.478 de cubanos y que otros 2.099 son paralíticos de por vida? Casi  todos estos ataques fueron preparados en la Florida por la extrema  derecha de origen cubano, y financiados por la CIA.</p>
<p>Los Cinco  Cubanos detenidos en septiembre de 1998, tres años casi día por día  antes de la tragedia en Nueva York, fueron parte de la red &#8220;Avispa&#8221;,  cuyo propósito fue precisamente  evitar esos ataques contra su país.</p>
<p>Cuanto más  pasan los años, nos preguntamos  el significado de la detención de los  miembros de esta red. Unos meses antes, se enteraron de que se  preparaban atentados contra aviones  cubanos, o aquellos que hicieran  escala en Cuba desde países de América Latina . Estos aviones  estallarían en tierra o en vuelo. Un plan diabólico que Fidel Castro  había dado a conocer al presidente Bill Clinton, a través del escritor  García Márquez. El 06 de mayo de 1998 Gabriel García Márquez, de hecho,  fue recibido en la Casa Blanca.</p>
<p>El FBI del  Sur de Florida desempeñó perfectamente su papel, ya que ningún avión   explotó en ese momento&#8230; tal vez demasiado bien porque en septiembre  del mismo año, su cabeza fue reemplazada por Héctor Pesquera. Este  hombre arrestó a miembros de la red &#8220;Avispa&#8221;, pocos días después de su  nombramiento. Su hijo, fue quien dió la orden en agosto del 2003, de  pasar a la trituradora el expediente del terrorista Luis Posada  Carriles, según lo reveló en el año 2006, la periodista Ann Louise  Bardach en el Washington Post.</p>
<p>¿Cuáles son las verdaderas razones de la detención de los cubanos? Ellos no eran espías.</p>
<p>Importantes  personalidades de la inteligencia de EE.UU. como el coronel George  Bucker, el almirante Eugene Carroll, Edward Atkeson generales y Charles  Wilhelm dijeron que los Cubanos no tuvieron acceso, tampoco  indirectamente, a cualquier información de carácter estratégica.</p>
<p>Los  verdaderos espías, ellos, no preocupaban demasiado a nadie; algunos,  arrestados con documentos importantes, fueron solamente condenados a  penas ligeras, cuando no fueron liberados totalmente en libertad bajo  fianza.</p>
<p>Fue, por  ejemplo, el caso de Leandro Aragoncillo, un ex militar de Marines de  EE.UU., que estaba espiando mientras trabajaba sucesivamente para Al  Gore y Dick Cheney. Robó 733 documentos secretos de la Casa Blanca, del  Pentágono, del Departamento de Defensa. Fue condenado a diez años de  prisión. Otro caso, él de Khaled Abdel-Latif Dumeisi, de la inteligencia  de Saddam Hussein.  Infiltraba a los exiliados iraquíes en Estados  Unidos y fue sentenciado a diez años y diez meses de prisión. También  está el caso de Lawrence A. Franklin, quién espió a favor de Israel y  entregó una cantidad impresionante de informaciónes a los funcionarios  israelíes Rosen y Keith Weissman Steve Naor Gilon. Los dos primeros  tenían como cobertura un trabajo en el &#8220;Comité Estadounidense-Israelí de  Política&#8221;, el mayor grupo de lobby israelí en Washington. Lawrence A.  Franklin fue sentenciado a un año de prisión en 2006, antes de ser  liberado bajo fianza. Fue lo mismo para los agentes de Steve Rosen y  Keith Weissman. ¡ Y podríamos continuar la lista!</p>
<p>¿Entonces por qué la detención de los miembros de esta red de luchadores contra el terrorismo, y penas tan pesadas ?</p>
<p>¿  Molestaban estos hombres? ¿Fueron apartados, porque pusieron a la luz a  la comunidad de la aviación, cuando los terroristas de Al Qaeda Zacarias  Moussaoui, Mohamed Atta, Khalid Sheikh Mohammed, Nawaf al-Hazmi, Khalid  al-Midhar, Hani Hanjour, Jarrah, y una docena de otros se preparaban  para los ataques del 11 de septiembre? Estos hombres iban y venían  sin  problemas de visado, algunos  incluso inscribiéndose en clases de vuelo  sin ser molestados en lo más mínimo.</p>
<p>¿ Sería el  Gobierno de los Estados Unidos cómplice de estos ataques en Nueva York?  Sería monstruoso, pero uno no puede dejar de pensarlo, y la historia  nos ha enseñado a ser prudentes.</p>
<p>En la maquiavélica «Operación Northwoods» montada por el Pentágono contra Cuba, se leía:</p>
<p>«La  realización de estas operaciones implica necesariamente la muerte de  numerosos ciudadanos americanos, civiles y militares. Y su alto coste  humano las convierte en la mejor herramienta para la manipulación».</p>
<p>Afortunadamente, el jóven  presidente J.F. Kennedy y el secretario de Defensa McNamara se opusieron in extremis a este plan.</p>
<p>Cierto que  un día, la verdad saldrá a propósito de la detención de los miembros de  la «red Avispa», como sabremos también lo que pasó exactamente 11 de  septiembre de 2001.</p>
<p>Mientras  tanto, el encarnizamiento contra los cinco Cubanos continúa. El ejemplo  más reciente: el 16 de septiembre, la jueza Joan Lenard se conformó con  la petición de la fiscal Caroline Heck Miller, de no autorizar la  solicitud de la defensa de permitir el regreso a Cuba de René González  después de su liberación el 7 de octubre de 2011.<br />
Caroline  Heck Miller se hizo ya famosa por negarse a juzgar a Luis Posada  Carriles como criminal. También es ella quien incluyó en las actas de  sentencia de René González una una condición especial: una vez puesto en  libertad:&#8230;&#8221;se le prohíbe al acusado acercarse a o visitar lugares  específicos donde se sabe que están o frecuentan individuos o grupos  terroristas&#8221;.</p>
<p>La razón  de esta obligación de René González a permanecer tres años en Estados  Unidos antes de poder irse a Cuba daría que sonreir, si las  consecuencias no sean tan dramáticas para él y su familia : « la Corte  necesita tiempo para evaluar la conducta del condenado una vez puesto en  libertad y verificar que no significa un peligro para los EEUU»…</p>
<p>Señor  Presidente Obama, una vez más le pedimos ser justo, y devolver a los   cinco cubanos Gerardo Hernández, Antonio Guerrero, Fernando González,  Ramón Labañino y René González,  la libertad de la cual nunca deberían  haber sido privados.</p>
<p>Reciba, Señor Presidente, la expresión de mis sentimientos humanistas más sinceros.</p>
<p>Jacqueline Roussie<br />
64360 Monein  (France)</p>
<p>Copias a:  Señoras Michelle Obama, Nancy Pelosi, Hillary Clinton, Janet Napolitano  Señores Harry Reid, Eric Holder ,  Pete Rouse, Donald Werrilli, John F.  Kerry  y el Embajador de EEUU en Francia</p>
<p>Imagen agregada RCBáez, La Pollila Cubana</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Day of the Victims of State Terrorism Thursday, October 6th, 2011 7:00 PM Beit Zatoun</title>
		<link>http://www.redportiamerica.com/site/index.php/day-of-the-victims-of-state-terrorism-thursday-october-6th-2011-700-pm-beit-zatoun/</link>
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		<pubDate>Sat, 01 Oct 2011 11:53:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rptabr</dc:creator>
				<category><![CDATA[EEUU]]></category>
		<category><![CDATA[por los cinco]]></category>

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		<description><![CDATA[
612 Markham St., Toronto (TTC: Bathurst subway stop on Bloor line)
 
Screening of “THE TRIAL” &#8211; Documentary on the untold story of the Cuban Five and terrorism against Cuba, narrated by Danny Glover.
GUEST SPEAKERS
Mr. Jorge Soberón, Consul General of Cuba in Toronto
Mr. Zafar Bangash, Director, Institute of Contemporary Islamic Thought
The  Cuban Council of State [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.redportiamerica.com/site/wp-content/uploads/toronto-from-cuba.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4700" title="toronto from cuba" src="http://www.redportiamerica.com/site/wp-content/uploads/toronto-from-cuba-300x134.jpg" alt="" width="300" height="134" /></a></p>
<p>612 Markham St., Toronto <em>(TTC: Bathurst subway stop on Bloor line)</em></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Screening of </strong><strong>“<span style="text-decoration: underline;">THE TRIAL</span>”</strong> &#8211; <em>Documentary on the untold story of the Cuban Five and terrorism against Cuba, narrated by Danny Glover.</em></p>
<p><strong>GUEST SPEAKERS</strong></p>
<p><strong>Mr. Jorge Soberón</strong>, <em>Consul General of Cuba in Toronto</em></p>
<p><strong>Mr. Zafar Bangash</strong>, <em>Director, Institute of Contemporary Islamic Thought</em></p>
<p>The  Cuban Council of State passed a decree-law declaring October 6 as the  &#8220;Day of the Victims of State Terrorism&#8221; resulting from the terrorist  attack on flight CU-455 on October 6th, 1976:</p>
<p><strong>At 11:21 a.m.</strong> flight CU-455, a DC-8 of the Cuban airline, reached the Seawell International Airport.</p>
<p><strong>At 12:15 p.m.</strong> the plane left for Jamaica. In mid-flight it is shaken by two  explosions: one at 12:23 p.m. and the other at 12:25 p.m. until it  crashes into the sea. 73 people were traveling on the aircraft, amongst  which was the Cuban junior fencing team.</p>
<p><strong>There were no survivors.</strong> 57 Cubans, 11 Guyanese and 5 North Koreans.</p>
<p><strong>34 years after the tragic event: </strong><strong><span style="text-decoration: underline;">CUBA</span></strong><strong><span style="text-decoration: underline;"> DEMANDS JUSTICE</span></strong><strong> </strong></p>
<p><strong>Organized by</strong> <strong>Toronto</strong><strong> Forum on Cuba</strong></p>
<p><a href="mailto:torontoforumoncuba@rogers.com" target="_blank">torontoforumoncuba@rogers.com</a>, <a href="http://torontoforumoncuba.weebly.com/" target="_blank">http://torontoforumoncuba.weebly.com</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>OS ÚLTIMOS SOLDADOS DA GUERRA FRIA &#8211; A história dos agentes secretos infiltrados por Cuba em organizações de extrema direita dos Estados Unidos</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Sep 2011 21:18:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rptabr</dc:creator>
				<category><![CDATA[por los cinco]]></category>

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A história dos agentes secretos infiltrados por Cuba em organizações de extrema direita dos Estados Unidos


No início da década de 1990, Cuba criou a Rede Vespa, um grupo de doze  homens e duas mulheres que se infiltrou nos Estados Unidos e cujo  objetivo era espionar alguns dos 47 grupos anticastristas sediados na  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.redportiamerica.com/site/wp-content/uploads/cinco-cubanos-ultimossoldados.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-4670" title="cinco cubanos ultimossoldados" src="http://www.redportiamerica.com/site/wp-content/uploads/cinco-cubanos-ultimossoldados-206x300.png" alt="" width="206" height="300" /></a></p>
<p><strong>A história dos agentes secretos infiltrados por Cuba em organizações de extrema direita dos Estados Unidos</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p>No início da década de 1990, Cuba criou a Rede Vespa, um grupo de doze  homens e duas mulheres que se infiltrou nos Estados Unidos e cujo  objetivo era espionar alguns dos 47 grupos anticastristas sediados na  Flórida. O motivo dessa operação temerária era colher informações com o  intuito de evitar ataques terroristas ao território cubano. De fato,  algumas dessas organizações ditas “humanitárias” se dedicavam a  atividades como jogar pragas nas lavouras cubanas, interferir nas  transmissões da torre de controle do aeroporto de Havana e, quando Cuba  se voltou para o turismo, depois do colapso da União Soviética,  sequestrar aviões que transportavam turistas, executar atentados a bomba  em seus melhores hotéis e até disparar rajadas de metralhadoras contra  navios de passageiros em suas águas territoriais e contra turistas  estrangeiros em suas praias.<br />
Em cinco anos, foram 127 ataques terroristas, sem contar as invasões  constantes do espaço aéreo cubano para lançar panfletos que, entre  outras coisas, proclamavam: “A colheita de cana-de-açúcar está para  começar. A safra deste ano deve ser destruída. [...] Povo cubano:  exortamos cada um de vocês a destruir as moendas das usinas de açúcar”.  Em trinta ocasiões, Havana formalizou protestos contra Washington pela  invasão de seu espaço aéreo por aviões vindos dos Estados Unidos &#8211; sem  nenhum efeito. Enquanto isso, em entrevistas, líderes anticastristas na  Flórida diziam explicitamente: “A opinião pública internacional precisa  saber que é mais seguro fazer turismo na Bósnia-Herzegovina do que em  Cuba”.<br />
<em>Os últimos soldados da Guerra Fria</em> narra a incrível aventura  dos espiões cubanos em território americano e revela os tentáculos de  uma rede terrorista com sede na Flórida e ramificações na América  Central, e que conta com o apoio tácito nos Estados Unidos de membros do  Poder Legislativo e com certa complacência do Executivo e do  Judiciário. Ao escrever uma história cheia de peripécias dignas dos  melhores romances de espionagem, Fernando Morais mostra mais uma vez  como se faz jornalismo de primeira qualidade, com rigor investigativo,  imparcialidade narrativa e sofisticados recursos literários.</p>
<p>Confira entrevista com Fernando Morais sobre o processo de pesquisa para<br />
<em>Os últimos soldados da Guerra Fria</em></p>
<p><em>Qual foi seu primeiro contato com a história dos membros da Operação Vespa, os espiões cubanos em Miami?</em><br />
Eu soube da história no dia das prisões dos dez agentes cubanos pelo  FBI, em setembro de 1998. Ouvi a notícia no rádio de um táxi, no meio do  trânsito, em São Paulo, e na hora pressenti que ali havia um livro  embutido. Viajei a Cuba para tentar levantar o assunto, mas encontrei  todas as portas fechadas. Para se ter uma ideia, Cuba só assumiu que  eles de fato eram agentes de inteligência três anos depois, em 2001. O  tema era tratado como segredo de Estado.</p>
<p><em>Como foi pesquisar em Cuba? Você teve pleno acesso a documentos oficiais? E do lado norte-americano?</em><br />
Os cubanos só liberaram o assunto para mim no começo de 2008. A partir  de então fiz cerca de vinte viagens a Havana, Miami e Nova York. O  governo de Cuba liberou todo o material disponível e permitiu que eu  entrevistasse quem quisesse, inclusive mercenários estrangeiros que  haviam sido presos depois de colocar bombas em hotéis e restaurantes  turísticos de Cuba e que tinham sido condenados à morte.<br />
Nos Estados Unidos foi mais difícil. Como os agentes do FBI são  proibidos de dar declarações públicas, só consegui entrevistas em off.  Mas graças ao FOIA – Freedom of Information Act, a lei que regula a  liberação de documentos secretos &#8211; e após pesquisas nos arquivos da  Justiça Federal da Flórida, tive acesso a cerca de 30 mil documentos  enviados pela Rede Vespa a Cuba e que haviam sido apreendidos pelo FBI  nas casas dos agentes cubanos em Miami. E os serviços de inteligência  cubanos me deram uma cópia do megadossiê sobre o terrorismo na Flórida  que Fidel Castro entregou a Bill Clinton com a ajuda do escritor Gabriel  García Márquez.</p>
<p><em>Quais personagens do livro você conseguiu entrevistar? Poderia falar um pouco deles?</em><br />
Ao todo fiz quarenta entrevistas. Foram dezessete em Cuba, 22 nos  Estados Unidos, e no México entrevistei a cantora brasileira De Kalafe,  que havia sido vítima da intolerância de líderes anticastristas na  Flórida. Entrevistei diretamente um dos presos, René González, via  e-mail, e os demais por intermédio de seus familiares em Cuba. As  mensagens (as minhas perguntas e as respostas deles) eram previamente  censuradas pelas direções das prisões e limitadas a 13 mil caracteres  por semana &#8211; se tivesse uma letra ou uma vírgula a mais, a mensagem se  autodestruía.<br />
Entrevistei, também pessoalmente, o agente que fugiu clandestinamente  para Cuba antes das prisões, o piloto de caças-bombardeiros Juan Pablo  Roque. Em Nova York entrevistei o jornalista Larry Rohter, do <em>New York Times</em>,  que teve a casa metralhada e os freios de seu carro cortados depois que  escreveu reportagens denunciando a ligação de lideranças anticastristas  da Flórida com os atentados a bomba contra Cuba. E em Miami entrevistei  líderes anticastristas diretamente envolvidos com os atentados contra  Cuba, como o líder da organização <em>Hermanos al Rescate</em>, José Basulto.</p>
<p><em>As organizações de extrema direita descritas no livro continuam atuantes na Flórida?</em><br />
Os tradicionais inimigos da Revolução Cubana, os autodenominados  anticastristas verticales, estão morrendo ou já estão muito velhinhos.  Quando eu terminava o texto final do livro, por exemplo, morreu Orlando  Bosch, que era considerado o inimigo número 1 de Fidel Castro. Ainda é  possível ver em Miami manifestações de rua contra a Revolução, mas as  novas gerações parecem mais interessadas em ouvir salsa do que em  colocar bombas.</p>
<p>http://www.fernandomorais.com.br/</p>
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		<title>Rompiendo Muros entrevista: &#8220;LOS HIJOS DE ALLENDE&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Sep 2011 21:48:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rptabr</dc:creator>
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		<category><![CDATA[cinco cubanos]]></category>

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		<description><![CDATA[

El programa radial &#8220;Rompiendo Muros&#8221; desde Buenos Aires  entrevista este jueves, 15 setiembre,
estudiante chilena exiliada


de la educación, miembro del
MOVIMIENTO DE ESTUDIANTES CHILENOS EN ARGENTINA


Escúchenos, en Buenos Aires, por 
FM FLORES 90.7Mhz, o por Internet desde cualquier lugar del mundo: www.radiofmflores.net/reproductor.html, ESTE JUEVES luego de las 20.30 (hora de Buenos Aires) (-3 GTM)
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="yui_3_2_0_1_1315974319031315"><a href="http://www.redportiamerica.com/site/wp-content/uploads/Rompiendo-Muros-solo.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-4580" title="Rompiendo Muros solo" src="http://www.redportiamerica.com/site/wp-content/uploads/Rompiendo-Muros-solo-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></div>
<div id="yui_3_2_0_1_1315974319031316">
<div><strong id="yui_3_2_0_1_1315974319031314">El programa radial &#8220;Rompiendo Muros&#8221; desde Buenos Aires  entrevista este jueves, 15 setiembre,</strong></div>
<div><strong id="yui_3_2_0_1_1315974319031314">estudiante chilena exiliada</strong></div>
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<div><strong>de la educación, miembro</strong><strong> del</strong></div>
<div><strong>MOVIMIENTO DE ESTUDIANTES CHILENOS EN ARGENTINA</strong></div>
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<div><strong>Escúchenos, en Buenos Aires, por </strong></div>
<p><strong>FM FLORES 90.7Mhz, o por</strong> <strong>Internet</strong> <strong>desde cualquier lugar del mundo:</strong> <a rel="nofollow" href="http://www.radiofmflores.net/reproductor.html" target="_blank">www.radiofmflores.net/reproductor.html</a><strong>, ESTE JUEVES</strong> <strong>luego de las 20.30</strong> (hora de Buenos Aires) (-3 GTM)</p>
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		<title>Conjura contra los Cinco</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 23:34:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rptabr</dc:creator>
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Andrés  Gómez, director de Areítodigital
Miami.-  El pasado 2 de junio el Comité Nacional de Estados Unidos por la Liberación de  los Cinco tuvo una importante conferencia de prensa en el National Press Club de  Washington D.C. en la cual dejó saber a través de Gloria la Riva, su  Coordinadora  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong></p>
<p>Andrés  Gómez, director de Areítodigital</p>
<p>Miami.-  El pasado 2 de junio el Comité Nacional de Estados Unidos por la Liberación de  los Cinco tuvo una importante conferencia de prensa en el National Press Club de  Washington D.C. en la cual dejó saber a través de Gloria la Riva, su  Coordinadora  Nacional, sobre una demanda del Comité Nacional puesta contra la  Broadcasting Board of Governors (BBG), entidad autónoma del gobierno federal  responsable de todas las trasmisiones del gobierno de Estados Unidos o  financiadas por ese gobierno.</p>
<p>El  Comité Nacional también hizo público los nombres y los pagos hechos por la BBG a  un número de periodistas en Miami, antes y durante el juicio celebrado a los  Cinco en esta ciudad entre noviembre de 2000 a junio de 2001. Así mismo el  Comité Nacional informó sobre el comienzo de una campaña internacional  exigiéndole al Fiscal General de Estados Unidos, Eric Holder, basado en la  cuestión de estos pagos, que haga justicia dándole la inmediata libertad a los  Cinco: Gerardo, Ramón, Antonio, Fernando y René.</p>
<p>Mara  Verheyden- Hilliard, presente en la conferencia de prensa, cofundadora del  Partnership for Civil Justice Fund, una asociación de abogados con fines no  lucrativos, anunció que la demanda puesta contra la BBG ocurrió al esta entidad  negarse a entregarle al Comité Nacional, como la ley requiere, información  requerida por éste sobre pagos hechos por la BBG, entre los años 1996 a 1999, a  periodistas que tratan cuestiones relacionadas con Cuba.</p>
<p>Esta  información demostraría que la BBG y la Oficina de Trasmisiones a Cuba (Office  of Cuba Broadcasting) –la cual es parte de la BBG y dirige las trasmisiones de  Radio Marti y TV Marti, cuyo objetivo es subvertir el orden constitucional en  Cuba-, al hacer estos pagos violaron la ley federal –específicamente la Ley  Smith-Mundt de 1948- que  prohibe a la BBG de utilizar propaganda originada o  financiada por el gobierno federal dentro de las fronteras de EE.UU.</p>
<p>Según,  Heidi Boghosian, Directora Ejecutiva del National Lawyers Guild (Gremio Nacional  de Abogados), también presente en la conferencia de prensa, “el pago a estos  periodistas sugiere la existencia de un plan para subvertir los procedimientos  judiciales e inclinar la decisión del jurado hacia veredictos de culpabilidad”.   Este hecho hace al gobierno federal – representado en el juicio por la fiscalía-  culpable del delito de manipulación del jurado aún antes del comienzo del  juicio. Violando así el precepto constitucional garantizando un juicio imparcial  a todo acusado enmarcado en la VI Enmienda.</p>
<p>El  Panel del Tribunal de Apelaciones del Onceno Circuito que en agosto de 2005  unánimemente invalidó el juicio a los Cinco y ordenó la celebración de un nuevo  juicio, se basó para así hacerlo en lo que calificó como “una gran publicidad  perjudicial y sediciosa previa y durante el juicio que saturó a la comunidad de  tal manera que resultó prácticamente imposible tener un juicio justo”.</p>
<p>La  investigación realizada por el Comité Nacional, hecha pública en la conferencia  de prensa, demuestra los pagos hechos por la BBG a varios periodistas de Miami,  por supuestos trabajos realizados por éstos para Radio Marti y TV Marti, durante  la detención de los Cinco y el transcurso de su juicio. Entre estos periodistas  se encuentran: Pablo Alfonso –trabajaba para El Nuevo Herald- y recibió U$S  58,600; Wilfredo Cancio Isla –trabajaba para El Nuevo Herald- y recibió U$S  4,725; Enrique Encinosa –trabaja para Radio Mambí- y recibió U$S 5,200; y Ariel  Remos -trabajaba para Diario Las Américas- y también recibió U$S 4,725.</p>
<p>Estos  son sólo los pagos recibidos por estos dignos profesionales durante la detención  y el transcurso del juicio de los Cinco.  Además, entre 1999 y  2007 la BBG pagó  a Pablo Alfonso un total de U$S 252,325; entre 1999 y 2006, ésta le pagó a  Wilfredo Cancio Isla U$S 21,800; en el mismo periodo la BBG el pagó a Ariel  Remos U$S 24,350; y a Enrique Encinosa entre 1999 y 2003 la BBG le pagó U$S  10,410.</p>
<p>Cuanto  se saturó a la comunidad con esta propaganda en parte lo demuestra la  investigación llevada a cabo por el Comité Nacional, así como la realizada por  nuestro compañero y colega Salvador Capote.  En su valioso artículo de octubre  2009, “Los Cinco y la propaganda encubierta”, Capote mantiene: “…en los órganos  de prensa de Miami en el periodo que va desde el 27 de noviembre del año 2000  hasta el 8 de junio de 2001, que corresponde al tiempo transcurrido desde el  inicio del proceso judicial contra los Cinco hasta que fueron considerados  culpables por el jurado, aunque parezca increíble, en esos 194 días, El Nuevo  Herald publicó 806 artículos que podían influir negativamente en el proceso  judicial, sin contar cientos de despachos de agencias noticias seleccionadas  (EFE, Reuters, France Press, y Associated Press) cargados igualmente de  informaciones tendenciosas contra Cuba y contra los Cinco.</p>
<p>En ese  mismo intervalo The Miami Herald publicó 305 artículos con las mismas  características, sin contar igualmente con numerosos despachos de agencias  noticiosas, pero casi exclusivamente de la Associated Press.</p>
<p>En  total, sólo en estos dos periódicos, durante esos 194 días, se publicaron 1,111  artículos, un promedio de más de cinco por día, lo cual puede dar una idea de la  sobresaturación mediática a que estuvo sometida Miami en temas relacionados con  los Cinco.”</p>
<p>Nota:  U$S = Monto en Dólares</p>
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		<title>Instan en Brasil a exigir liberación de Los Cinco</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Jun 2010 18:46:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rptabr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[SOLIDARIEDADE]]></category>
		<category><![CDATA[por los cinco]]></category>

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		<description><![CDATA[
Por Alejandro Gómez
Porto Alegre, 4 jun (PL) La presión internacional sobre el presidente de Estados Unidos, Barack Obama, es la única vía para conseguir la liberación de los cinco luchadores antiterroristas cubanos presos en cárceles norteamericanas.
En el panel Los Cinco Héroes: cuando el autoritarismo supera a los derechos humanos, dentro de la décimo octava Convención [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.redportiamerica.com/site/wp-content/uploads/CUBA-CONVENCAO-2010.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2529" title="XVIII CONVENÇÃO SOLIDARIEDADE A CUBA EM BRASIL" src="http://www.redportiamerica.com/site/wp-content/uploads/CUBA-CONVENCAO-2010.jpg" alt="" width="512" height="384" /></a></p>
<p><strong>Por Alejandro Gómez</strong></p>
<p>Porto Alegre, 4 jun (PL) La presión internacional sobre el presidente de Estados Unidos, Barack Obama, es la única vía para conseguir la liberación de los cinco luchadores antiterroristas cubanos presos en cárceles norteamericanas.</p>
<p>En el panel Los Cinco Héroes: cuando el autoritarismo supera a los derechos humanos, dentro de la décimo octava Convención Nacional de Solidaridad con Cuba en Brasil, Magaly Llort, madre de Fernando González, uno de los cinco cubanos presos injustamente en Estados Unidos, recabó ayuda en ese sentido.</p>
<p>Además de Fernando González, Gerardo Hernández, Ramón Labañino, Antonio Guerrero y René González llevan más de 11 años encarcelados en Estados Unidos por alertar a su país de los actos terroritas de grupos de la extrema derecha cubana radicada en la Florida.</p>
<p>Magaly aseveró que en el aspecto jurídico sólo cabe ahora el recurso de Habeas Corpus para Gerardo Hernández, pues al resto ya le fueron revisadas sus sentencias y aplicadas otras que, aunque menores, son tan injustas como las primeras dictadas contra ellos en un tribunal de Miami.</p>
<p>Entonces, apuntó, ahora sólo el presidente Obama tiene la capacidad para liberarlos y por ello demandó de los amigos brasileños el envío de mensajes electrónicos, tarjetas, cartas o cualquier otra comunicación al mandatario norteamericano para que excarcele a Los Cinco, como se les conoce a nivel mundial.</p>
<p>&#8220;Queda en las manos de todos ustedes ayudarnos a acabar con esa injusticia que tiene ya más de 11 años y que Los Cinco puedan regresar a sus hogares&#8221;, subrayó Magaly, quien agradeció la colaboración no sólo de los brasileños sino de millones de personas en todo el mundo con la causa de la liberación de Los Cinco.</p>
<p>El moderador del panel, el promotor de justicia Gino Bastos recordó que precisamente hoy Gerardo Hernández celebra sus 45 años de vida, lo cual motivó a los más de 200 participantes a felicitarlo a coro.</p>
<p>Los debates de la Convención Nacional son trasmitidos en vivo por el sitio web <a href="http://www.redportiamerica.com">redportiamerica.com</a> y sus representantes aquí aseguraron a Prensa Latina que está siendo replicada por otros 50 portales y emisoras de radio en la internet.</p>
<p>La décimo octava Convención Nacional de Solidaridad con Cuba en Brasil comenzó hoy en la sede de la Asamblea Legislativa del estado de Río Grande do Sul y concluirá el próximo domingo con la aprobación de la Carta de Porto Alegre, una especie de plan de acción para incrementar el apoyo a la Revolución cubana en este país.</p>
<p>arc/ale			 		 				  		   					 			 									 						<a href="http://www.prensa-latina.cu/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=194688&amp;Itemid=2"> </a></p>
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		<title>Vindo do Fórum Social, Econômico e Ambiental de Panambi</title>
		<link>http://www.redportiamerica.com/site/index.php/vindo-do-forum-social-economico-e-ambiental-de-panambi/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 May 2010 02:19:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rptabr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[por los cinco]]></category>
		<category><![CDATA[Foro Social Mundial]]></category>

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		<description><![CDATA[domingo, 16 de maio de 2010
Estive participando, junto com várias outras pessoas, como painelista e ouvinte, do Fórum Social, Econômico e Ambiental de Panambi/RS, que aconteceu em 14 e 15.05.2010, e retornei com muitas coisas para matutar!
Sublinhei com nanquim, por várias vezes durante minha estada lá, qual foi o propósito do Fórum Social Mundial desde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">domingo, 16 de maio de 2010</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Estive participando, junto com várias outras pessoas, como painelista e ouvinte, do Fórum Social, Econômico e Ambiental de Panambi/RS, que aconteceu em 14 e 15.05.2010, e retornei com muitas coisas para matutar!</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Sublinhei com nanquim, por várias vezes durante minha estada lá, qual foi o propósito do Fórum Social Mundial desde sua primeira edição (no qual teria sido inspirado o Fórum de Panambi)&#8230; idealizado, inicialmente, como contraponto ao Fórum Econômico de Davos, na Suiça, depositou nas gentes e na coletividade, a pergunta: por quê discutir tanto? A que é que se chegará com isso?</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Naquele momento essas foram questões deixadas em aberto e aos poucos foram se respondendo. Sabíamos, todos os desajustados do sistema dominante, que um outro mundo seria possível, mas ainda seguíamos os traçados socialista e comunista, para pensar essa outra possibilidade de mundo, guiados ainda pela perspectiva de que se poderia romper com o sistema vigente e implantar aquele que seria seu oposto. Aos poucos, as gentes foram percebendo que seria desastroso tentar essa alternativa e, então, foi se desenhando a necessidade de provocarmos no maior número de gentes possível, as condições para o entendimento da teia capitalística em que fomos historicamente enredados. A produção desse entendimento seria possível, principalmente, através de muita discussão, pois para se pensar alternativas ou para saber para onde é que se quer ir, antes é necessário saber de onde saímos.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Os dez anos de Fórum foram sempre de redesenho dos caminhos&#8230; enquanto alguns queriam manter a centralização, muitos outros foram entendendo que a germinação das sementes da discussão e da desacomodação estava espalhada pelo mundo, e que isso não teria mais como ficar contido num recorte da geografia.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Os movimentos sociais e das gentes, foram tessendo a ciranda que ecoaria seu canto por todo o planeta. Em 2010, entre muitas outras, uma grande questão se arredondou para todos: estamos a discutir alternativas para qualificar e reafirmar o sistema dominante, ou estamos construindo alternativas que estejam efetivamente nos conduzindo a uma outra possibilidade de mundo?</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Nesse Fórum de Panambi, essa questão esteve presente o tempo todo, visto que os objetivos do evento apresentavam ora um desenho libertário e protagonista para as gentes indigestas ao sistema capitalístico, ora a reafirmação e qualificação desse mesmo sistema que nos devora&#8230; e isso ficou por demais evidente na queixa de que os empresários boicotaram o evento e, principalmente, no painel do sábado pela manhã, no qual, o ponto alto foi exatamente a reafirmação da devastação e degradação da terra e da vida.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Por questões profissionais, não pude acompanhar as atividades do sábado à tarde, mas um dos painelistas acompanhou as discussões da manhã e se manifestou dizendo, mais ou menos, o seguinte sobre o Fórum Social Mundial: “O FSM nasceu com um problema de origem que reside no fato de ser ideológico”&#8230; quase não acreditei no que ouvi e ao me manifestar, fiz o resgate mostrado acima, mas comecei dizendo que o Fórum não tinha nenhum problema de origem, visto que seus propósitos sempre estiveram muito claros, salvo nos desdobramentos próprios de seus movimentos!</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">É impressionante como os representantes ou mesmo os carrapatos do sistema dominante acreditam e querem fazer crer que a única linha possível esteja situada em seus fundamentos, sendo que qualquer tentativa de ruptura com isso, ganha a tarja pejorativa de “ideológica”, como se a “verdade” dominante não fosse ideológica e como se a ideologia contrária a isso, fosse crime!</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Desse Fórum, anotei ainda, entre muitas outras coisas, o insistente pedido de sugestões que seriam utilizadas na formulação de ações a serem propostas para operacionalização das políticas públicas&#8230; ora! O Fórum tem exatamente a perspectiva de provocar a mobilização e o protagonismo popular e não o embasamento às ações do Estado&#8230; é claro que a construção e operacionalização das políticas públicas seja do interesse de todos, mas para muito além disso, deve estar a possibilidade de provocar nas gentes a mobilização para a construção de práticas protagonistas, libertárias e produtoras de autonomia, ou seja, ao invés de nos atrelarmos cada vez mais ao Estado, dele devemos nos libertar cada vez mais!</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Ouvimos, na fala daqueles que pensam que um outro mundo já não seja impossível, a tessitura dos sons que nos evocam a cultura indígena&#8230; é de se lembrar que estávamos a discutir essas coisas no Vale das Borboletas (Panambi)&#8230; e é de se desenhar a lembrança de que os povos indígenas são aqueles que melhor existenciaram a relação com a vida, com a terra e com a natureza (e grande parte dos sobreviventes, ainda existencia), por isso, quando quase estamos a ver o Planeta desaparecer, é deles que lembramos para evocar a necessidade de resgatarmos e preservarmos a casa em que vivemos: a Terra&#8230; a pachamama!</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Lembro, com isso, de duas situações que vivenciei no Fórum Social Mundial, em POA, neste ano. Uma: estava perambulando, num breve intervalo, entre as barracas de artesanato e, numa delas, deparei-me com uma porunga pequena&#8230; estava a cata de uma dessas para tirar as sementes e plantá-las, mas a moça que detinha os domínios daquela barraca informou que não estava vendendo a porunga, pois a utilizava para produzir música&#8230; fiz mil-propostas e nada foi aceito&#8230; fiquei pensando que, além da música que aquela porunga produzia sozinha com suas sementes balançando em seu interior, poderia produzir muitas outras porungas se suas sementes fossem lançadas à terra e, assim, teríamos muitas outras porungas para produzir música!</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Outra: estava ainda com a história da porunga fazendo ponteios em meus pensamentos, quando mais tarde, naquele mesmo dia, cruzei em outra barraca em que um indígena expunha e comercializava sementes, chás, ervas e outras coisas vindas da terra&#8230; encontrei ali, muitas que coisas que não conhecia, sendo que uma certa vagem, em especial, chamou minha atenção&#8230; perguntei ao indígena o que era aquilo e ele se colocou a explicar (agora não lembro o nome e nem as funções da semente contida na vagem), abrindo uma das vagens, serviu a semente para que eu a provasse e perguntou se o meu interesse era em conhecer, ou plantar, ou apenas curiosidade&#8230; quando respondi que era em conhecer e plantar, ele juntou três vagens e disse: para isso, é de graça e não aceitou nenhum pagamento em troca!</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">É isso que me faz pensar que os movimentos que produzem os Fóruns, assim como, os movimentos produzidos pelos Fóruns, em algumas situações podem ser equivocados ou estéreis, propondo apenas o som do balançar das sementes e não a sua germinação, mas ainda assim, não podemos deixar de aproveitar a música para embalar uma outra possibilidade de dança, que não a da feroz dança-única-capitalística! Esse deve ser nosso incansável desafio!</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Postado por Maria Luiza Diello</div>
<p style="text-align: justify;">domingo, 16 de maio de 2010Vindo do Fórum Social, Econômico e Ambiental de Panambi!Estive participando, junto com várias outras pessoas, como painelista e ouvinte, do Fórum Social, Econômico e Ambiental de Panambi/RS, que aconteceu em 14 e 15.05.2010, e retornei com muitas coisas para matutar!Sublinhei com nanquim, por várias vezes durante minha estada lá, qual foi o propósito do Fórum Social Mundial desde sua primeira edição (no qual teria sido inspirado o Fórum de Panambi)&#8230; idealizado, inicialmente, como contraponto ao Fórum Econômico de Davos, na Suiça, depositou nas gentes e na coletividade, a pergunta: por quê discutir tanto? A que é que se chegará com isso?Naquele momento essas foram questões deixadas em aberto e aos poucos foram se respondendo. Sabíamos, todos os desajustados do sistema dominante, que um outro mundo seria possível, mas ainda seguíamos os traçados socialista e comunista, para pensar essa outra possibilidade de mundo, guiados ainda pela perspectiva de que se poderia romper com o sistema vigente e implantar aquele que seria seu oposto. Aos poucos, as gentes foram percebendo que seria desastroso tentar essa alternativa e, então, foi se desenhando a necessidade de provocarmos no maior número de gentes possível, as condições para o entendimento da teia capitalística em que fomos historicamente enredados. A produção desse entendimento seria possível, principalmente, através de muita discussão, pois para se pensar alternativas ou para saber para onde é que se quer ir, antes é necessário saber de onde saímos.Os dez anos de Fórum foram sempre de redesenho dos caminhos&#8230; enquanto alguns queriam manter a centralização, muitos outros foram entendendo que a germinação das sementes da discussão e da desacomodação estava espalhada pelo mundo, e que isso não teria mais como ficar contido num recorte da geografia.Os movimentos sociais e das gentes, foram tessendo a ciranda que ecoaria seu canto por todo o planeta. Em 2010, entre muitas outras, uma grande questão se arredondou para todos: estamos a discutir alternativas para qualificar e reafirmar o sistema dominante, ou estamos construindo alternativas que estejam efetivamente nos conduzindo a uma outra possibilidade de mundo?Nesse Fórum de Panambi, essa questão esteve presente o tempo todo, visto que os objetivos do evento apresentavam ora um desenho libertário e protagonista para as gentes indigestas ao sistema capitalístico, ora a reafirmação e qualificação desse mesmo sistema que nos devora&#8230; e isso ficou por demais evidente na queixa de que os empresários boicotaram o evento e, principalmente, no painel do sábado pela manhã, no qual, o ponto alto foi exatamente a reafirmação da devastação e degradação da terra e da vida.Por questões profissionais, não pude acompanhar as atividades do sábado à tarde, mas um dos painelistas acompanhou as discussões da manhã e se manifestou dizendo, mais ou menos, o seguinte sobre o Fórum Social Mundial: “O FSM nasceu com um problema de origem que reside no fato de ser ideológico”&#8230; quase não acreditei no que ouvi e ao me manifestar, fiz o resgate mostrado acima, mas comecei dizendo que o Fórum não tinha nenhum problema de origem, visto que seus propósitos sempre estiveram muito claros, salvo nos desdobramentos próprios de seus movimentos!É impressionante como os representantes ou mesmo os carrapatos do sistema dominante acreditam e querem fazer crer que a única linha possível esteja situada em seus fundamentos, sendo que qualquer tentativa de ruptura com isso, ganha a tarja pejorativa de “ideológica”, como se a “verdade” dominante não fosse ideológica e como se a ideologia contrária a isso, fosse crime!Desse Fórum, anotei ainda, entre muitas outras coisas, o insistente pedido de sugestões que seriam utilizadas na formulação de ações a serem propostas para operacionalização das políticas públicas&#8230; ora! O Fórum tem exatamente a perspectiva de provocar a mobilização e o protagonismo popular e não o embasamento às ações do Estado&#8230; é claro que a construção e operacionalização das políticas públicas seja do interesse de todos, mas para muito além disso, deve estar a possibilidade de provocar nas gentes a mobilização para a construção de práticas protagonistas, libertárias e produtoras de autonomia, ou seja, ao invés de nos atrelarmos cada vez mais ao Estado, dele devemos nos libertar cada vez mais!Ouvimos, na fala daqueles que pensam que um outro mundo já não seja impossível, a tessitura dos sons que nos evocam a cultura indígena&#8230; é de se lembrar que estávamos a discutir essas coisas no Vale das Borboletas (Panambi)&#8230; e é de se desenhar a lembrança de que os povos indígenas são aqueles que melhor existenciaram a relação com a vida, com a terra e com a natureza (e grande parte dos sobreviventes, ainda existencia), por isso, quando quase estamos a ver o Planeta desaparecer, é deles que lembramos para evocar a necessidade de resgatarmos e preservarmos a casa em que vivemos: a Terra&#8230; a pachamama!Lembro, com isso, de duas situações que vivenciei no Fórum Social Mundial, em POA, neste ano. Uma: estava perambulando, num breve intervalo, entre as barracas de artesanato e, numa delas, deparei-me com uma porunga pequena&#8230; estava a cata de uma dessas para tirar as sementes e plantá-las, mas a moça que detinha os domínios daquela barraca informou que não estava vendendo a porunga, pois a utilizava para produzir música&#8230; fiz mil-propostas e nada foi aceito&#8230; fiquei pensando que, além da música que aquela porunga produzia sozinha com suas sementes balançando em seu interior, poderia produzir muitas outras porungas se suas sementes fossem lançadas à terra e, assim, teríamos muitas outras porungas para produzir música!Outra: estava ainda com a história da porunga fazendo ponteios em meus pensamentos, quando mais tarde, naquele mesmo dia, cruzei em outra barraca em que um indígena expunha e comercializava sementes, chás, ervas e outras coisas vindas da terra&#8230; encontrei ali, muitas que coisas que não conhecia, sendo que uma certa vagem, em especial, chamou minha atenção&#8230; perguntei ao indígena o que era aquilo e ele se colocou a explicar (agora não lembro o nome e nem as funções da semente contida na vagem), abrindo uma das vagens, serviu a semente para que eu a provasse e perguntou se o meu interesse era em conhecer, ou plantar, ou apenas curiosidade&#8230; quando respondi que era em conhecer e plantar, ele juntou três vagens e disse: para isso, é de graça e não aceitou nenhum pagamento em troca!É isso que me faz pensar que os movimentos que produzem os Fóruns, assim como, os movimentos produzidos pelos Fóruns, em algumas situações podem ser equivocados ou estéreis, propondo apenas o som do balançar das sementes e não a sua germinação, mas ainda assim, não podemos deixar de aproveitar a música para embalar uma outra possibilidade de dança, que não a da feroz dança-única-capitalística! Esse deve ser nosso incansável desafio!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>DIVULGAÇÃO: Red Por Tí América</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para continuarmos tecendo pontos de nó na rede incondicional de nossas intenções, aí vai a divulgação do sítio da Rede Por Tí América: http://www.redportiamerica.com/ e a seguir, a sua apresentação, lembrando antes, que esse é um espaço que se propõe ao fortalecimento da &#8220;solidariedade internacional e informação alternativa na luta antimperialista e no apoio à integração da América Latina&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Estimados compañeros,</p>
<p style="text-align: justify;">Mis queridos hermanos en la construcción de eso mundo más justo, mas fraterno,</p>
<p style="text-align: justify;">Avaluando la amplitud de los esfuerzos que en esos 04 ultimos años hemos desarrollado, (en verdadera RED de informaciones, de rápidas comunicaciones), nos damos cuenta de qué ya avanzamos en nuestra lucha, es decir, ya hemos superado importantes fronteras hasta las tan dificiles fronteras producidas por nuestros distintos idiomas…</p>
<p style="text-align: justify;">Ya hemos logrado nos reunir en actividades cuadradas en más de 40 ciudades (en 23 países) en esto año de 2007 (que ya se despide de nosotros). La suelta de las 05 palomitas blancas en septiembre,(por los cinco compañeros cubanos) fue un buen ejemplo de nuestra capacidad de coordinación frente a ideales de justicia.</p>
<p style="text-align: justify;">Ya nos conocemos, ya nos respetamos y cada uno de nosotros se ve como hermano en la lucha, en la solidaridad juntamente con todos los compañeros que en estos pócos (péro muy intensos) años nos fuimos sumando en las labores desarrolladas en RED DE SOLIDARIDAD POR CUBA.</p>
<p style="text-align: justify;">Ya nos vemos listos para la necesaria ampliación de la lucha por la construcción de la Gran Pátria , eso ya es muy claro.</p>
<p style="text-align: justify;">Somos muchos los que, desde nuestros países, nos comunicamos com los compañeros de los países vecinos (incluso com varios países en Europa) y al diário, intercambiamos informaciones sobre la lucha por la integración latinoamericana. Firmamos cartas de apoyo, cartas de repúdio, cartas de adhesión…</p>
<p style="text-align: justify;">Hemos exigido protección a alcaldes, diputados, presidentes (para compañeros en diferentes actividades y países, marchando por el derecho a la vida, por justicia, por la liberación de presos políticos, por la búsqueda de familiares desaparecidos, compañeros secuestrados, etc…)</p>
<p style="text-align: justify;">No nos callamos en el 2007, al revés, nos levantamos y gritamos juntos en distintos idiomas…</p>
<p style="text-align: justify;">Ya son muchos los Comités, Circulos Bolivarianos, Asociaciones de Solidaridad, Centros Culturales, Redes de Informaciones Nacionales y Internacionales , con quienes intercambiamos informaciones, producimos recolección de firmas, cuadramos actividades en várias ciudades de muchos países de América Latina , Caribe, Europa…</p>
<p style="text-align: justify;">En eso entendimiento, el año que se acerca, el 2008, hay de ser un año de más avances! Debemos nos acercar más aun y abrazar sin fronteras los obyectivos que nos hacen hermanos.</p>
<p style="text-align: justify;">Estamos listos para cuadrar algunas actividades internacionales de apoyo a lucha de todo nuestro pueblo Latino Americano y Caribeño por condiciones humanas de vida, por el respeto al derecho a alimentación, salud, habitación, educación, seguridad, libertad…</p>
<p style="text-align: justify;">Les invitamos a todos ustedes, queridos compañeros, a participar de la construcción de una gran Red de comunicación , de producción y apoyo de actividades para fortificar la lucha por la integración de esa nuestra Gran Pátria América.</p>
<p style="text-align: justify;">Otro mundo és posible,/ Mejor sí…/ Un mundo diferente,/ Un mundo que no tenga miedo de toda su gente…”</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif; line-height: normal; color: #1b703a;"> </span></p>
<h3 class="post-title entry-title" style="margin-top: 5px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; font-size: 16px; text-align: justify; padding: 0px;"><span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; color: #000000; font-size: small;"><span style="font-weight: normal; line-height: 19px;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif; color: #1b703a;"><span style="line-height: normal;"><strong><br />
</strong></span></span></span></span></h3>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong> Maria Luiza Diello</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://marialuizadiellooutrascompotas.blogspot.com/" target="_blank">http://marialuizadiellooutrascompotas.blogspot.com/</a></p>
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